sábado, 4 de setembro de 2010

The ghost and the Child

Era noite cerrada, eu estava sozinha a flutuar pelo céu escuro, como em todas as outras noites, procurava alguém, alguém que pudesse assustar, assombrar, ver ficar mal.
Vi alguém, aproximei-me para ver melhor quem era a minha presa (podem não acreditar mas a vista de fantasma ainda é pior do que quando era humana), a minha presa era uma criança, uma menina muito pequena e delicada. Fiz apagar as luzes de todos os candeeiros daquela rua. 
-Mamã? Mamã?- começou a menina a perguntar aos gritos, estava assustada. Tinha conseguido o determinado- Mamã, és tu que estás ai?- mas que raio, a criança não se cala? Está a começar-me a preocupar-me.
Toquei-lhe e depois desejei não o ter feito, tive uma visão agora sabia tudo. Tudo o que tinha esquecido quando morri, lembrei o meu passado e a causa da minha morte. Estava de joelhos no chão em frente à menina, que agora sabia que era minha filha e que fora por causa dela que morrera, morrera a dar a luz mas não me arrependia, tinha dado à luz a criança mais bonita que já vira. Mas como é que ela sabia q ali estava?
-Mamã, tenho andado a tua procura, quero conhecer-te, quero que fiques comigo- disse a menina com a sua voz angelical  e doce.
-Consegues ver-me filha?- estava espantado nunca antes outro ser me tinha conseguido ver.
-Porque não haveria de conseguir?
 
 

Espero que tenham gostado,
comentem e digam se devo ou não
continuar este textozinho  é pequenino
mas é mesmo para ser.

4 comentários:

  1. texto perfeito e imagem bem combinada, já tinha visto essa imagem uma vez :b
    és maravilhosa.

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  2. Ai vais continuar vais, o quê que nos ia acontecer se não continuasses??
    Ah! E não demores :D Adorei!

    Beijinhos

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  3. O texto estava amoroso ^^ Gostei muito e espero que continues :)

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