terça-feira, 21 de setembro de 2010

Amor é fogo que arde sem se ver


            Sem ti a minha vida não fazia sentido, era como um posso vazia e fundo, sem sentimentos, sem atitude. Entraste na minha vida e mudaste-a, eu gostei tenho de admitir, deixei de ser aquela simples rapariga e passei a ser a rapariga. Fizeste-me ver que sou especial, que cada pessoa é diferente e é isso que as torna especiais e únicas.
            Quero-te e amo-te mais que a própria vida, sem ti eu não era nada, és tu que me fazes rir quando estou mal, é a ti que eu conto as minhas piadas mais secas e tu dizes: isso não tem piada, e eu começo a resmungar contigo a dizer que tem. É a ti que eu amo e que quero ficar  até morrer (era bom puder dizer para sempre ou para toda a eternidade mas nós não somos vampiros nem nada do género e por isso morremos).
            Se algum dia nos separar-mos quero que sejas feliz e que encontres a tua alma-gémea mas até lá não te vou partilhar com ninguém, vou ter ciumes quando te aproximares de outras raparigas e não sei que mais, eu sou assim e tu sabes bem. Nunca te vou apagar do meu coração, pois, és importante na minha vida.
            Li uma coisa numa revista e não quero que aconteça connosco, o que li? Não interessa é demasiado triste para contar. Só sei que não quero que isso aconteça comigo ou com alguém que me seja próxima.
            Este texto posso resumi-lo numa palavra: Amo-te.

Mais uma vez venho para aqui postar coisas da minha vida amorosa :D Espero que gostem...

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Poema

Queria partilhar com vocês um poema que eu escrevi quando andava no 4º ano (não tem muita lógica é sobre o cão do meu primo.


O Bolinhas

O Bolinhas
é o cão
do meu
primo João

A sua bola
é encarnada
e vai ter
com a pequenada

Que cão
tão engraçado
mas não é nada
envergonhado












(isto foi o desenhado do cão que estava acompanhado do poema no caderno)

sábado, 4 de setembro de 2010

The ghost and the Child

Era noite cerrada, eu estava sozinha a flutuar pelo céu escuro, como em todas as outras noites, procurava alguém, alguém que pudesse assustar, assombrar, ver ficar mal.
Vi alguém, aproximei-me para ver melhor quem era a minha presa (podem não acreditar mas a vista de fantasma ainda é pior do que quando era humana), a minha presa era uma criança, uma menina muito pequena e delicada. Fiz apagar as luzes de todos os candeeiros daquela rua. 
-Mamã? Mamã?- começou a menina a perguntar aos gritos, estava assustada. Tinha conseguido o determinado- Mamã, és tu que estás ai?- mas que raio, a criança não se cala? Está a começar-me a preocupar-me.
Toquei-lhe e depois desejei não o ter feito, tive uma visão agora sabia tudo. Tudo o que tinha esquecido quando morri, lembrei o meu passado e a causa da minha morte. Estava de joelhos no chão em frente à menina, que agora sabia que era minha filha e que fora por causa dela que morrera, morrera a dar a luz mas não me arrependia, tinha dado à luz a criança mais bonita que já vira. Mas como é que ela sabia q ali estava?
-Mamã, tenho andado a tua procura, quero conhecer-te, quero que fiques comigo- disse a menina com a sua voz angelical  e doce.
-Consegues ver-me filha?- estava espantado nunca antes outro ser me tinha conseguido ver.
-Porque não haveria de conseguir?
 
 

Espero que tenham gostado,
comentem e digam se devo ou não
continuar este textozinho  é pequenino
mas é mesmo para ser.

Bem-Vindos *-*

Como agora partilho o meu outro bloog MagicOfBlood com a minha melhor amigo senti que presisava de um espaço só para mim... E aqui está ele. Espero que gostem e que comentem muito.